sábado, abril 25, 2015


Abril | O que você anda lendo?

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Quando abril estava chegando, eles já tinham se consolidado e faziam, enfim, muito sucesso (sobretudo nas redes sociais): os livros de adulto para colorir. Tamanha febre, comecei a pesquisar e me questionar sobre as várias edições propondo o mesmo conteúdo com títulos e páginas tão semelhantes. Decidi não colocar nenhum tipo de livro para colorir em nossos posts mensais porque gosto de manter o foco nas palavras... E apesar de amar desenhar e colorir, acredito que umas duas ou três opções de publicações assim (no mercado editorial) estaria perfeito! Quem sou eu pra dizer? A minha intenção é que, com os dias corridos e as histórias reais, bizarras, lúdicas e fictícias, a gente não esqueça uma coisa: a palavra. ♥ O que vocês andaram lendo em abril?

(*) Quem quiser participar da campanha deve postar uma foto no instagram, mostrando a leitura atual, e usando a hashtag #LeituraJC.  






O que a blogueira andou lendo?
@blogjustcarol [Moda intuitiva; Altos voos e quedas livres; A revolução dos bichos]



Vocês estão lendo algum exemplar deste post?

As coisas que abateriam a maioria das pessoas pareciam não afetá-la. Ou, se ela caísse, logo se levantava. Se tornasse a cair, colava um sorriso no rosto, sacudia a poeira e seguia em frente. Ele nunca conseguia entender se aquilo era a coisa mais heroica ou mais idiota que já vira. (Jojo Moyes, trecho de Um mais um)

segunda-feira, abril 20, 2015


#Cotidiano: sobre moda, sobre gastronomia

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[Precisamos desacelerar?]
@blogjustcarol

Hoje, enquanto passava os olhos pelo cardápio do Empório Naturalle (localizado no shopping Galleria em Campinas), vi algo de novo: tinha, ali, uns pratos a mais. Entre as novidades, o Duo de Zucchini, uma opção muito suave de salada fria combinada à salada quente (ambas) de abobrinha. 
Prato servido com pimentões vermelhos e amêndoas tostadas para saborear sem pressa. E, já que eu estava pensando mesmo em tempo, esse bem não durável, parei em uma página específica da revista que lia (enquanto comia, tudo junto mesmo). 
No meio da correria louca que a gente chama de rotina, já fala-se em um 'novo' termo da moda: o slow fashion, que é baseado na desaceleração dos processos e também em três pilares - a sustentabilidade, a qualidade e a transparência.

// informações via; arte: Carol Barboza

Você já ouviu falar nesse termo? Precisa desacelerar?

#Cotidiano é uma coluna sobre descobertas e miscelânea; é o baú de casa: lugar onde se guarda ideias e lembranças. Obrigatoriamente composto por textos curtos e um click do instagram. Um fragmento do dia {e do coração} para ler e pensar.

sábado, abril 18, 2015


São Paulo Fashion Week | O que teve?

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A 39ª edição do São Paulo Fashion Week celebrou os 20 anos da semana de moda. O encontro, que aconteceu de 13 a 17 de abril no Parque Cândido Portinari, homenageou ‘o fazer’ – o fazer que constrói, inclui, inspira, educa e transforma a partir do trabalho e esforço das mais diversas pessoas. 

Fotografia:Rodrigo Paiva/ UOL

Para Aline Françani, formada em Negócios da Moda pela Anhembi Morumbi e proprietária da loja online de roupas Getdress, o tema escolhido representa um avanço importante no olhar das pessoas sobre a moda. “Acredito que essa humanização possa aproximar as pessoas, ao deixar o glamour de lado e ver que a moda é trabalho duro e também um passo natural a sustentabilidade que estamos caminhando, não só ‘ser green’, mas cuidar dos funcionários e do bem estar da empresa”, explica. 

A concepção da semana de moda também atenta, segundo Aline, para a questão do trabalho escravo. Em 2011, um escândalo envolvendo a marca Zara abriu discussão acerca da fiscalização na indústria têxtil. Mais tarde, após inúmeras críticas em torno da polêmica, criou-se um aplicativo de moda que mostra grifes envolvidas em trabalho escravo, com o objetivo de conscientizar os consumidores.

O tema relacionado ao esforço e às relações humanas, que aproxima o público, também atrai visitantes que não são diretamente envolvidos com a moda, profissionalmente, mas que se interessam pelo tema. A estudante de jornalismo Isabella Vicentin acompanhou o evento pela primeira vez e planeja abordar os 20 anos do SPFW em seu projeto experimental de conclusão de curso. “É uma oportunidade única de conhecer o evento, ver como é realmente e não apenas pelos sites (...) Pudemos entrevistar grandes nomes da moda brasileira e isso é muito gratificante”, afirma.

Além de ter sido objeto de estudo, a temporada verão 2016 acolheu blogueiros e fashionistas que misturam hobby e trabalho ao estudar e divulgar tendências da moda em seus canais. “A moda está deixando de ser algo exclusivo. Antes, nas semanas de moda, circulavam somente um grupo fechado de jornalistas, editores e compradores. Hoje os blogueiros são cadeira cativa na primeira fila das semanas de moda do mundo inteiro”, diz Aline. Segundo ela, essa inserção abriu possibilidades, tornando o ‘streetstyle’, ou seja, o estilo que circula os corredores do evento, tão importante quanto os desfiles.

#SPFW O que teve?
IÓDICE • couro metalizado e recortes 
COLCCI • hippie-chic, renda vazada e recortes
ANIMALE • fendas, tons claros e cítricos

LOLITTA • cor, babado e volume
LENNY NIEMEYER • estampas geométricas e vestidos soltos
ELLUS • moda urbana e jeans

SALINAS • cores e estampas
TRIYA • modelos esportivos e tendência marinha/ romântica
ÁGUA DE COCO • tons claros, renda, bordado e delicadeza

CAVALERA • tons quentes, estampas e miçangas// Fotografia: reprodução

(*) Esta matéria foi escrita por mim e publicada originalmente no portal Digitais da universidade PUC-Campinas. Acompanhe a íntegra.


Vocês curtem eventos de moda? Já assistiram algum desfile?

As mulheres sabem que roupas são importantes. Não só porque nosso cérebro é cheio de fitas, anáguas e vestidos de noite — e eu acredito que tomografias cerebrais vão comprovar isso em algum ponto do futuro. Isso acontece porque, quando uma mulher entra em um recinto, sua roupa é a primeira coisa que fala, mesmo antes de ela abrir a boca. (Caitlin Moran, trecho do livro ‘Como ser mulher’, página 158)

terça-feira, março 31, 2015


Lançamento literário | 360 dias de sucesso

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fotografia// Carol Barboza, Just Carol

Autora de 18 livros para adolescentes, Thalita Rebouças também conquista mães e avós com muita disposição e entusiasmo. No início de sua carreira, jamais imaginava atingir as diferentes gerações. “Eu só queria fazer rir e me divertir. Fazer o que eu amo”, diz. Em seu título mais recente, aborda a fama instantânea e efêmera entre um grupo de amigos músicos.


Bate papo com Thalita Rebouças*

Apesar de seus livros pertencerem ao setor infantil juvenil, várias mães te acompanham. Às vezes três gerações vêm te ver. Como é isso?
Eu acho o máximo! Às vezes eu acho que tem mãe que gosta mais de mim do que a filha, que vem pra me ver mais do que a filha. Quando eu comecei a escrever eu nunca achei que fosse tanta gente ler e gostar. Uma mãe agora falou que puxou vários assuntos delicados com as filhas a partir dos meus livros, que eu ajudei muito no relacionamento delas e ouvir isso é lindo e eu ouço isso há quinze anos. É uma coisa que se repete e eu fico sempre mega emocionada.

Mas você escreve para a família ou pensa em um público segmentado?
Eu gosto de pensar no adolescente. Esse, o 360 [dias de sucesso], eu pensei no meu leitor que está com 15 e 16 [anos], que está crescendo e que continua gostando de ler os meus livros. Então eu fiz ele para uma galera um pouquinho mais velha, mas os novinhos estão gostando também. Se o pai vai gostar são outros quinhentos, porque eu sempre fiz assim desde o começo. Eu quero que todo mundo goste, mas o foco é o adolescente.

E qual é o perfil desse adolescente que você escreve?
Ele tem entre 12 e 15 [anos], na minha cabeça. Ele gosta de rir, de se divertir, lê o meu livro para ter um momento de alegria, de leveza. Então eu acho que é um adolescente leve.

Você trata, nos seus livros, de temas como ídolos, popularidade e sucesso. Aproveitando o assunto desse lançamento, o que é sucesso para você?
Ah, é você fazer o que ama e viver disso. Eu acho que ter sucesso é isso. Independente da carreira que você escolher. Fazer o que ama, ser remunerado por isso e conseguir pagar as suas contas vivendo com isso. Isso é sucesso//♥

(*) Esta entrevista é um trecho da matéria Lançamento de autora juvenil reúne dezenas de adolescentes em Campinas (escrita por mim), publicada originalmente no portal Digitais da universidade PUC-Campinas. Acompanhe a íntegra. 



Vocês conhecem o trabalho da autora? Já tinham ouvido falar do livro '360 dias de sucesso'?

A melhor medida é o que vocês fizeram com seu tempo, como escolheram passar os dias e quem cativaram. Para mim, essa é a melhor medida do sucesso. (R. J. Palacio, trecho do livro ‘Extraordinário’, página 302)

segunda-feira, março 30, 2015


Técnica do pontilhismo invade estúdios de tatuagem

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Alguns tatuadores parecem mesmo estar empenhados em provar que a tatuagem pode ser sutil e delicada. Prova disso é a técnica que utilizam: o pontilhismo (movimento artístico pós-impressionista que surgiu na França), que geralmente vem acompanhado de traços finos e formas geométricas. Outras vezes, os pontinhos ganham vida com detalhes coloridos ou até mesmo combinados com o efeito aquarela. De qualquer forma, na pele o resultado é discreto e sensível. Acompanhe seis artistas no instagram e inspire-se no perfeccionismo dos trabalhos a seguir// ♥

@diasdesign (Matheus Dias)

@trigscovil (Thiago Bartels)

@bicemsinik (Bicem Sinik)

@johndois (João Paulo Rodrigues)

@rodrigotas (Rodrigo Tas)

@ricardobragatattoo (Ricardo Braga)

Qual trabalho é o seu preferido? Você faria uma tatuagem que utiliza a técnica do pontilhismo?

Eu não quero esquecer nunca mais. Tatuei meu pulso com um símbolo. Assim, a resposta estará sempre aqui. (Matthew Quick, trecho do livro ‘Perdão, Leonard Peacock’, página 181)


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