segunda-feira, agosto 31, 2015


Resenha: Parafusos

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O Just Carol está com site novo! 
Acompanhe as atualizações através do endereço www.justcarol.com.br.
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[Fiz o que pude para registrar minha montanha-russa emocional, usando palavras e imagens. -página 136]

Título: Parafusos - Mania, depressão, Michelangelo e eu
Autora: Ellen Forney
Editora: Martins Fontes
Número de páginas: 250
Classificação pessoal: ♥♥♥♥♥ (excelente)
Assuntos abordados: Arte, vida, emoção


Acompanhe este post completo aqui.




domingo, agosto 02, 2015


Moda e ilustração | Minionistas

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A moda, quando não faz parte da rotina de uma pessoa (seja por interesse, falta de tempo, oportunidade ou qualquer outra coisa), pode parecer um universo obscuro e mesmo distante. Alguns projetos, no entanto, encontram uma maneira de aproximá-la do público, apostando em criatividade e referências populares. É o caso da STYLIGHT, que resolveu desenhar os minions a partir de uma perspectiva fashion. 'Selecionamos os maiores nomes da indústria da moda e transformamos essas personalidades nos famosos personagens do filme Minions', afirmam em nota.

Da equipe (dos 'Minionistas') criada pela STYLIGHT, separei três ícones cujo trabalho acompanho mais de perto.

Qual é seu ícone da moda preferido?

Respeite sua essência, seja você mesma. É o jeito mais inteligente de construir seu estilo, sua maneira de viver e de se vestir. E você vai ver: estilo é fundamental para a autoestima. (Costanza Pascolato)

segunda-feira, julho 27, 2015


#Cotidiano: de ontem em diante

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O ontem é - de vez em quando - uma lembrança doce que eu curto provar. Não é viver de passado: é saber apreciar os momentos bons que ficaram ali, entre a realidade e a sensação do que restou (desse fragmento real). É quase o gosto de um sonho de padaria amanhecido.

Na maioria das vezes, no entanto, o ontem se revela como um lembrete das promessas, dos pedidos e das teorias que (nós mesmos) nos colocamos.

'Amanhã vou ser diferente'. 
'Amanhã cuidarei daquilo'. 
'Amanhã eu resolvo tudo'.

Mas e quando passa o amanhã? Fica o ontem - que não é dívida - é um convite sutil para melhorarmos aqueles pontos. As pendências do ontem continuam a martelar até que elas se cumpram. Aí - nesse desprendimento do que ficou - é que surgem os momentos mais doces: quando o ontem não sugere coisa alguma, a não ser a conquista de nossa melhor versão (e das listas diárias que nos dispomos a realizar).

O meu ontem é - de vez em quando - bem doce.

@blogjustcarol

O seu passado tem sido doce, ou tem martelado alguma promessa que ficou para trás?

#Cotidiano é uma coluna sobre descobertas e miscelânea; é o baú de casa: lugar onde se guarda ideias e lembranças. Obrigatoriamente composto por textos curtos e um click do instagram. Um fragmento do dia {e do coração} para ler e pensar.

segunda-feira, julho 20, 2015


Dia do Amigo // aos marinheiros e capitães

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ainda que sozinha, sempre perto
ainda que longe, sempre junto
ainda que triste, sempre ancorada

20 de julho 
Dia do amigo // Dia Internacional da Amizade

Vamos combinar assim: talvez a gente não consiga, hoje, comemorar do jeito que gostaríamos. Passaram-se anos até que eu conseguisse olhar por esse ângulo (o de conseguir não fazer as coisas na hora em que as pessoas acham apropriado). 'Mas tá todo mundo fazendo!'. Como é que a gente pode competir contra a maré? Andei me acostumando, e você sabe (e me entende também, eu espero). 

Tá difícil segurar esse barco. Olhando assim, o horizonte, a calmaria do azul me faz sentir o equilíbrio que há muito tenho buscado. Mas é que às vezes sou fraca. Não consigo me manter sã o trajeto todo: o vento forte me cerca. E não sei se consigo continuar.


Já pensou se parássemos aqui? Acho que você teria um pouco de medo -- do desconhecido -- e pensaria em continuar sem rumo, ainda que me deixasse. E se eu insistisse em lançar a âncora aqui mesmo, no meio do caminho? 

Se estiver difícil continuar, e eu não conseguir esperar o ancoradouro, podemos parar bem aqui onde estamos? É seguro o bastante para você? Eu seria segura o bastante para você vencer seus suas incertezas?

Talvez não (e eu entendo. Entendo mesmo. Antes eu não entendia). Algumas coisas não cabem a mim decidir. Somos dois. E se você quisesse seguir viagem -- ainda que num bote salva vidas, teríamos de nos separar bem aqui, onde estamos, porque eu não conseguiria continuar. Ultrapassamos meu ritmo. Talvez não o seu.

Você está comigo, eu sei, mesmo eu tendo passado por algumas ondas sozinha. Nós já fizemos isso antes (isso de nos separar)A solidão nunca foi meu problema. Você sabe, né? Eu posso seguir daqui pra frente -- e acho que você também -- e a gente se encontra na próxima ilha.

Não acho que iremos (de fato) nos separar, porque estamos habituados a seguir nossos caminhos, ainda que o mapa aponte direções diferentes. E talvez hoje não possamos comemorar do jeito que gostaríamos -- juntos, felizes, pacíficos. Talvez estejamos turbulentos demais, procurando a ilha, o norte e o rumo. 
Mas estamos ancorados. 
Sempre ancorados (em nós).


Dedicatória
•••

aos marinheiros e capitães:
aos meus amigos que estão perto
longe
em outros mundos, ilhas, marés,
sintonias
estão nas minhas orações baixinhas

me guiam em tempestades
me guiam pelas estrelas
me guiam enquanto tentam guiar-se 

me deixam escolher meu destino
me deixam seguir viagem
me deixam tomar a direção
mas nunca me deixam

meu obrigada.

Nota sobre a amizade
•••

A vida tratou de colocar cada um em seu devido lugar, direcionando os ventos às escolhas que felizmente fizemos (a carreira e as paixões) e às tribulações que infelizmente encontramos (as lutas diárias contra a maré). Tivemos de abandorar o plano inicial, traçar outro caminho no mapa e enfrentar algumas tempestades (às vezes sozinhos). Mas como 'homem nenhum é uma ilha', sempre voltamos. Voltamos porque conhecemos os nossos pesos, e ainda assim conseguimos aliviar os dos nossos pares. Somos capitães de nós mesmos e deles: dos amigos que nos guiam pelos mares. Que reconhecem nossas conquistas. Que esperam, na próxima ilha, o momento de nos encontrar novamente e celebrar, do jeito que gostaríamos, todos os ventos favoráveis que nos trouxe até lá: o momento de estarmos juntos mais uma vez.


sábado, julho 18, 2015


#Cotidiano: os tempos da margarida se foram

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Não seria um fracasso ir à falência, 
ser humilhado, 
exposto ao ridículo, 
acabar na forca; 
o fracasso era não ser coisa alguma. 
(Henry James, A fera na selva)

De repente, quando já não temos muito tempo de olhar a paisagem através da janela, notamos que a vida tratou de mudar -- gradativamente -- a nossa vista. Ela não perguntou: foi tirando umas margaridas por conta própria, pondo espinhos no lugar. 

Mas logo eu, que sempre enxerguei o 'mar de rosas' ainda que aos olhos alheios pareciam apenas pétalas murchas?

Nunca quis ser espinho. Ou tampouco enxergá-los.

Mas algumas fases são assim - nosso jardim vira deserto. Erramos ao continuar regando demais as nossas flores, ou também ao afastar nosso cactos de qualquer água. 

A mudança que a vida propõe, acredito, é ter a humildade e (principalmente) a coragem de reconhecer o que realmente precisa ser feito. A dose da água, da preocupação, do cuidado e de tudo o mais que o nosso jardim (que às vezes é deserto) nos pede.

Você tem sido flor ou espinho? Tem encontrado deserto ou jardim em seu caminho?

#Cotidiano é uma coluna sobre descobertas e miscelânea; é o baú de casa: lugar onde se guarda ideias e lembranças. Obrigatoriamente composto por textos curtos e um click do instagram. Um fragmento do dia {e do coração} para ler e pensar.

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