quinta-feira, abril 17, 2014


10 coisas para fazer no feriado prolongado

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Praia, computador, doce, montanha, trabalho, dieta, cinema, cobertor, ciclismo, festa, cama, pipoca com coca-cola, sol, livros, música, vento gelado. O que fazer nos próximos dias? Não deixe de incluir um pouco de tudo-aquilo-que-te-dê-paz e faça sua própria lista com base em algumas sugestões...

1 ♥ Registre a natureza ao seu redor: foto, ilustração, pintura, colagem... E confira {aqui} uma galeria incrível de ilustrações de flores.

2 ♥ Pipoca, luz apagada e... Ação! Aproveite a temporada de lançamentos: Divergente, Rio 2, S.O.S. Mulheres ao Mar, Noé, Capitão América 2... Melhor é sair do cinema e comentar, relembrar as melhores cenas e resenhar o filme {aqui}

3 ♥ Viaje: em pensamentos, em músicas, livros, {aqui}, em filmes, na estrada. Mentalizou? Foi? Pra onde você quer ir?

4 ♥ Faça a sua própria decoração e crie um vaso bem diferente. Inspire-se {aqui}

5 ♥ Organize-se: em casa, nas atividades, na retomada do trabalho. Mas... Faça algumas listinhas e não tenha a neura de riscar todos os itens. Esqueça alguns e vá fazer a unha, dormir na rede, assistir um programa bobo na tevê.

6 ♥ Coloque a leitura em dia e procure doces referências, {aqui}

7 ♥ Faça os outros feliz e... Estará (você) fazendo feliz a si mesmo. Gentileza gera gentileza.

8 ♥ Leia uma história em quadrinhos. Algo além Turma da Mônica {aqui} e saiba sobre o mundo dos HQs por quem vive a ilustração, {aqui}

9 ♥ Comemore a Páscoa de um jeito diferente! E saiba como outros países celebram a data {aqui}

10 ♥ Coma doces maas... Sem culpa, ok? Se você quiser acordar cedinho no dia seguinte para caminhar: vá. Mas vá para ver a beleza do sol dando um ‘seja bem-vindo’ bem bonito ao seu dia (e não necessariamente porque você precisa queimar aquelas calorias! Você já ‘corre’ tanto durante a semana!).

O que vocês pretendem fazer durante os próximos dias?

O que sobra ao cidadão comum, homem ou mulher, para as atividades que constituem o sal da vida? (Françoise Héritier, trecho do livro ‘O Sal da Vida’, página 12)


quarta-feira, abril 16, 2014


Quarta-Decor: Coelhinho da Páscoa, que cor eles têm?

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Criatividade, tecidos florais, muitas cores e coelhinhos por todas as partes. O espaço da ONG Grupo Primavera no Galleria Shopping é um lugar dedicado ao capricho, aos detalhes e à solidariedade. Parte dos produtos expostos na loja é confeccionada pela própria equipe de artesãs da ONG (como as toalhas, os coelhos de pelúcia e as guirlandas), e os demais são adquiridos de terceiros (as louças, por exemplo). Toda a receita obtida na loja é revertida para a sustentabilidade dos projetos desenvolvidos pelo Grupo Primavera. Acompanhem esta quarta-decor *especial* com muita inspiração de gente que se preocupa com a gente (e, de alguma forma, se dedica aos outros♥).
A instituição existe há 33 anos no bairro Jardim São Marcos em Campinas. Fundado em 1981, o Grupo Primavera atende a, aproximadamente, 500 crianças e jovens, com projetos de educação e convívio social, cultura, bem-estar e profissionalismo. Em sua sede, desenvolve programas de educação complementar para meninas e adolescentes de 6 a 18 anos de idade. O GP também atende jovens meninos por meio de seus programas de educação complementar.
Corrente do Bem 
A ONG também conta com um projeto *muito amor* com as bonecas que desenvolvem (que são o ‘carro-chefe’ da instituição). ‘Corrente do Bem’ consiste em uma troca de bonecas entre amigas. Cada participante adquire uma boneca produzida pela equipe de artesãs da entidade, para enviá-la como presente a alguém. A pessoa que a receber, deve enviar uma foto da boneca para a fanpage do Grupo Primavera (contando quem a enviou) e, depois, deve comprar outra boneca para enviá-la a outra amiga e, assim, dar continuidade à corrente. 
♥♥♥
Serviço 
Grupo Primavera 
Segunda-feira a sábado, das 10 às 21 horas 
Galleria Shopping, Campinas - São Paulo 
Rodovia Dom Pedro I, Campinas - SP, 13091-901


O que tornará a sua Páscoa deste ano mais especial? Você participa de alguma ONG ou instituição beneficente?

Ele me abraça e ficamos sentados juntos muito tempo no sofá. A empatia não é tão difícil quanto parece porque muitos dos sentimentos das pessoas são os mesmos. E isso ajuda a compreender os outros porque aí a gente pode realmente se preocupar com eles de vez em quando. E ajudá-los. E ter amigos. (Kathryn Erskine, trecho do livro ‘Passarinha’, página 211)


terça-feira, abril 15, 2014


[crônica] Escudos nossos

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[Um breve blábláblá antes da crônica] Já reparou como super-heróis triunfam sobre problemas? O sucesso deles (nem o deles!) não vem fácil: demanda uma dor, alguma dificuldade e conflito que, por vezes, envolve um montão de gente (e você aí achando a sua vida difícil... tsc tsc). Talvez esse seja um pequeno ponto (mais um deles) que nos mostre o quanto vale a pena assistir filmes de super-heróis.


13 de abril de 2014

Dois anos após Os Vingadores - The Avengers, o mais patriota super-herói Capitão América volta às cenas em um filme baseado em questões éticas (a começar por seu próprio caráter, enraizado por fortes juízos de valores). 
O bonitão Chris Evans (por que atores que interpretam super-heróis são sempre gatíssimos? Ok, nada contra, melhor assim) chega a afirmar, em uma cena, ‘Sempre tentei fazer o que é certo’, ou então impõe sua opinião quando, a determinado momento do roteiro, medo e liberdade se esbarram. Típico super-herói bonzinho. E humano. Ele delimita as coisas: certo e errado. 
‘Capitão América 2 – O Soldado Invernal’ é roteirizado em, como é de se prever, muitas cenas de ação junto a um aparente equilíbrio entre reflexão e humanização. A mensagem de fundo mais forte é explorada pelo típico poder de grandes entidades sobre a sociedade. Até aí, nada de novo. Portanto, o que se extrai (e guarda) do filme é a mistura de alguns elementos mais sutis. O trabalho em equipe, por exemplo.
Acho justo essa coisa de super-herói contar com ajuda. Democrático. ‘Capitão América 2’ começou assim e... Não terminou diferente. E quem é que disse que os ‘supers’ não precisam de uma mãozinha? Acho justo. Democrático. O Capitão América, em boa parte do filme (senão toda) dividiu a cena com a misteriosa e (pouco confiável!) Viúva Negra, e não deixou de ser menos interessante por isso.
Outro ponto: o humor. Samuel L. Jackson, interpretando Nick Fury, o líder da agência de espionagem S.H.I.E.L.D, rouba a cena (por que ele sempre faz isso? ♥) adicionando um pouco de humor e frases reflexivas como ‘Seu trabalho tem sido uma benção para humanidade. Você moldou este século. E preciso que faça isto mais uma vez’ ou ‘Meu avô gostava muito das pessoas. Só era meio desconfiado’. Quase como um alívio em meio a tanta tensão das cenas de ação, o ator nos deu um fôlego com o típico (e moderado) bom humor. Mais ou menos como aconteceu no filme ‘Robocop’ (só que, dessa vez, menos descarado). Uma coisa é certa: o personagem Nick Fury deixou uma lição, ou espécie de lema ao Capitão América (e, sobretudo, a nós): nunca confie em ninguém.
O aviso serviu como uma espécie de orientação, quase um ‘mapa do tesouro’ para o restante do filme à medida que, aos nossos olhos, todos passaram a ser possíveis vilões. Taí: o lance da desconfiança (necessária e remediada, em muitos casos). Um ‘nunca confie em ninguém’ que, com a força que carrega, poderia ter sido um ‘guarde seus segredos’ ou ‘não negocie seus tesouros’. Daria na mesma e... Baita lição.
Mais ou menos do meio para o final, quando já estamos mais familiarizados com o roteiro (como uma pessoa a par das fofocas da festa), eis que ela surge: a liberdade. Um elemento também intenso e não menos importante. A S.H.I.E.L.D. por si só, já pode ser encarada como uma poderosíssima empresa suspeita pela direção antiética e, quando caímos na liberdade, me parece ser a cereja do bolo. Primeiro porque, dias atrás, estudei essa última questão mais a fundo.
Abre parênteses. Liberdade é a capacidade de o sujeito escolher e/ou decidir sem qualquer tipo de coação (interna ou externa). A liberdade é um valor que só se encontra nas negociações sociais e no conflito de interesses dos indivíduos. Fecha parênteses.
Liberdade que esbarra com ética e com o próprio caráter da sociedade (a do filme, a nossa, qualquer uma). Se, cada qual com a sua idade, intelecto, credo, ou seja lá o que for, busca por ela, por que cair nas garras de alguém que a controle? Nós precisamos ou queremos, realmente, que alguém controle a nossa liberdade?
Como eu disse, questões menores. Sutilezas entre tiros, socos e explosões. Ainda assim, estão lá (e merecem nossa atenção por isso). Pequenas maneiras de nos responder à provocação do vilão ‘Soldado Invernal’ ao Capitão América, em uma das cenas: ‘Achei que você fosse mais do que um escudo’. E (de fato) é: confiança, trabalho em grupo, liberdade e bondade. Escudo dele. Escudos nossos. 
Aguarde os créditos. Guarde bem seus escudos e... Bom filme.





segunda-feira, abril 14, 2014


Wishlist literária: Livros doces para ler na Páscoa

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O ritmo da narrativa, as figuras de linguagem, uma característica marcante do personagem principal ou a escrita delicada: alguns livros são doces. A sutileza ou riqueza em detalhes contribuem às histórias sensíveis que marcam, emocionam, ensinam. E já que estamos em época de feriado (à frente), por que não aproveitar a páscoa e ler um livro assim... Bem doce? Separei algumas dicas pra vocês!


Em 2003, Annia Ciezadlo resolve passar a lua de mel em Bagdá. O destino nada óbvio para uma norte-americana se justifica pela decisão de seu marido Mohamad (que era jornalista nos Estados Unidos) de cobrir a invasão do Iraque e voltar ao Líbano, sua terra natal. Em ‘Dias de Mel’, a autora fala sobre os anos na Bagdá ocupada pelas forças da Coalizão e na Beirute marcada pelas divisões sectárias. Fala, também, sobre o dia a dia das pessoas, sua relação com a família de Mohamad, as diferenças culturais entre Oriente e Ocidente e sobre a possibilidade de resolver os conflitos com uma mesa cuidadosamente preparada.

Doce Procura (Kevin Alan Milne) 
Sophie Jones possui uma loja de doces em Seattle. Porém, sua vida não é muito açucarada. Uma série de tragédias, desde a morte dos pais em seu nono aniversário, a transformou em uma pessoa amarga. Agora, seu ex-noivo Garrett a procura para explicar por que a abandonou. Diante da recusa dela em conversar, os dois fazem uma aposta. Garrett colocará um anúncio no jornal pedindo provas de que a felicidade duradoura existe. Se conseguir cem respostas verdadeiras, ele terá a oportunidade de se justificar e, quem sabe, recuperar o coração de Sophie. 

Sempre obcecada por tudo que vinha da França, Amy Thomas conseguiu uma boquinha tão gostosa quanto o mais puro chocolate amargo: mudar-se de Manhattan para Paris e redigir anúncios publicitários para a Louis Vuitton. Trabalhando na Champs-Élysées, passeando por ruas charmosas e explorando as melhores confeitarias e padarias parisienses, Amy ficou maravilhada com a grandiosidade da Cidade Luz.


O Mistério do Chocolate (Joanne Fluke)
Uma confeitaria, um assassinato, e alguns cookies de chocolate escandalosamente crocantes. Hannah Swensen é uma confeiteira ruiva que cria sobremesas e cookies tão mordazes quanto suas respostas atrevidas na pequena cidade de Lake Eden. Quando Ron LaSalle, o entregador mais querido da cidade, é encontrado morto atrás de sua confeitaria, tendo os famosos cookies de chocolate de Hannah espalhados ao seu redor, sua vida e seu negócio só pode piorar. Determinada a não permitir que seus cookies fiquem com má reputação, ela decide começar a investigar o crime, colocando também sua própria vida em risco.

Pão-de-Mel (Rachel Cohn)
Depois de ser expulsa do colégio interno, a selvagem, obstinada e viciada em café Cyd Charisse, de 17 anos, volta a São Francisco para viver com a mãe e o padrasto. Mas, para ela, não há como sobreviver neste lar: Cyd quer ser livre, e não se importa em quebrar as regras. Quando sua rebeldia sai do controle, os pais a despacham para Nova York para passar o verão com seu pai biológico, Frank. O que ela não esperava era que o verão na cidade não corresse como ela planejara. ‘Pão-de-Mel’ é uma trilogia (em sequência, ‘Siri’ e ‘Cupcake’) e tem várias referências culinárias.

Amaríssimo (Clarice Paes)
Livro de estreia de Clarice Paes, ‘Amaríssimo’ é uma seleção de contos de amor, que conta a experiência de amar quando ela alcança um grau de exagero (como nos chocolates mais amargos e, ainda assim, tão apreciados por paladares exigentes). Amar ao extremo, amar até sentir o amargo do amor... Mas sem deixar de ser doce. 


Dos livros doces que já li, alguns títulos se destacam em minha estante: Eu me chamo Antônio (Pedro Gabriel) ♥ Passarinha (Kathryn Erskine) ♥ A graça da coisa (Martha Medeiros) ♥ Dançando sobre cacos de vidro (Ka Hancock) ♥ Malas, Memórias e Marshmallows (Fernanda França) ♥ Diário de uma Paixão (Nicholas Sparks)


Qual foi o livro mais doce que já você leu? Qual livro acima chamou mais a sua atenção?

No doce abraço da noite, ouvindo o zumbido constante das cigarras, eu respirava a paz daquele refugio, tentando aquietar meus pensamentos acelerados. (Nicholas Sparks, trecho do livro ‘Querido John’, página 223)


domingo, abril 13, 2014


Resumo + Instagram da Semana

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São tantas atividades, trabalhos, desafios. O dia-a-dia nos pesa, carrega demais! E... Apesar da dor de cabeça, a gente tem que olhar ao redor e, poxa, achar alguma coisa que valha a pena. Coisinhas bobas entre a semana: uma música que você nunca tinha escutado e gostou, um filme antigo, um céu cor-de-rosa, um livro de título engraçado ou um álbum de figurinhas da Copa. Tanto faz! Viu? A gente poder ‘descarregar’ o peso da vida. É só encontrar, no meio disso tudo, alguma coisa que te traga um pouquinho de paz. Vamos relembrar os últimos posts que rolaram por aqui?
Sábado: Pensamento do Dia 


Instagram da Semana @blogjustcarol
Festa de casamento♥ * Look do dia de 1997 :') * Essa coisa de gostar de ler dá muito trabalho! * Livro/ descoberta da semana! 'Bem-vindos ao verdadeiro País das Maravilhas' * O céu ♥ * Um livro fofo de ilustrações * O céu ♥ * Nova aquisição em quadrinhos! * Bonjour.


Música [♥] da semana



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